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Maria Medeiros

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Formada em Comunicação Social desde 1985, Gestão Ambiental em 2004 e Letras em 2007.  Nascida em Murici, Alagoas, no dia 12 de maio de 1960.  Maria Medeiros é a quarta filha de uma prole de seis. A mais velha Maria Betilde, Cícero Matias Filho, Maria Benildes, Maria Medeiros, Maria Eronildes e a mais nova Maria Berenildes.  Ainda com um ano sua família se mudou para São Paulo e aos sete seus pais voltaram a morar na cidade de Murici a pedido da avó paterna que sentia falta do filho. O casal era católico praticante e exerceu grande influência na formação dos filhos. O pai, Cícero Matias da Silva, era açougueiro e ensinou o ofício aos filhos, embora sendo cinco meninas, todos trabalhavam sem nenhuma distinção. Viajava sempre para comprar gado em outros estados.  Severo na criação. Porém, quando as crianças eram pequenas e ele se encontrava em casa, carinhoso, gostava de narrar historinhas antes dos filhos adormecerem. A mãe, Pureza Bento de Medeiros Silva, do lar, era uma pessoa que apresentava certa passividade diante da educação rígida que o marido dava aos filhos. Casou-se muito cedo e não parecia pronta para assumir as responsabilidades de uma casa, à medida que as meninas foram crescendo, dividiu os afazeres com elas. Por vezes sentavam na calçada, numa esteira de palha seca, sob a luz do luar e ela desfiava contos de fadas, príncipes e princesas para entreter os filhos enquanto o marido viajava. Talvez, Maria Medeiros tenha herdado do núcleo familiar o gosto por histórias infantis.  Aos treze anos Maria Medeiros já gostava de escrever, mas rasgava tudo o que escrevia porque a irmã terceira zombava de suas histórias. Em 1977 foi viver com a irmã mais velha, agora casada que morava em São Paulo. Além de repórter e professora, trabalhou em hospital, bancos e foi funcionária pública da prefeitura de São Paulo. Porém, a maior parte de sua vida foi dedicada à família. Casou-se com Ademar de Souza Joaquim. Teve dois filhos Danilo e Lara. Em 2010 Lara lhe deu um neto e ela passou a cuidar do garoto para que a filha pudesse terminar a faculdade e trabalhar. Quando Davi estava com cinco anos pediu à avó que escrevesse uma historinha para ele. Foi então que, o desejo de criar adormecido despertou e ela escreveu: “A latinha que queria ser reciclada”.
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