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J. A. Simonetti

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Costumo dizer que queria ter o talento de Garcia Márquez, a intelectualidade de Hemingway e a sensibilidade de Érico Veríssimo. Não tenho. Nunca terei. Mas acredito no desejo de sermos melhores. Fiz jornalismo e nunca fui jornalista. Fui assessor de comunicação. Queria ser cineasta, fiz dois vídeos ficção. Produzi algumas coisas na área musical. Escrevi uma peça de teatro e isso me fez ver que eu poderia escrever. Escrevo. Escrevi dois romances: Madalena e Mata-me. E os livros infantis: Pimpinha e Pé de Cocô. Esse dom trago no sangue. Meu bisavô materno, o cearense Joaquim de Sá Leitão, mantinha um Teatro e, além de escrever, era diretor e produtor teatral. Minha avó paterna ‒ Nati Cortez ‒ escrevia peças infantis. Uma das quais eu montei aos 9 anos de idade, sem nunca ter visto um só espetáculo teatral. Meu avô materno ‒ Prof. Alfredo Simonetti ‒ escrevia poesias, como também meu tio materno, Padre Alfredo Simonetti, homenageado com o nome de um Teatro em Mossoró / RN. Ainda na adolescência, lia livros, da minha tia-avó Clara. Eram romances-folhetim do século IXX. Perez Escrich, meu preferido. Com ela também aprendi a recitar Castro Alves, Gonçalves Dias e Casimiro de Abreu. Minha tia Clara, beirando os 80 anos, ensinou-me a ser um romântico folhetinesco assumido. Carrego o drama para meus livros e até para minha vida. O folhetim rasgado está presente em tudo que escrevo. Aqui não é diferente. Viajo pelo universo folhetinesco despudoradamente. Drama, paixão e amor. O universo dramático que escolhi é um aprendizado literário, poético e também pessoal. Aprendo na atividade a conhecer, reconhecer e aceitar as escolhas do outro e entender suas emoções e paixões. No que escrevo, estou eu. Estão amigos, conhecidos, parentes e até inimigos. Estão coisas que vivi, vi ou ouvi. Escrever é meu exercício literário. É minha forma de viver.
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